ABC con fantasia ›› projecto final

Um jogo de construção
das letras do alfabeto

Na publicação de apresentação do projecto referi o jogo ABC con fantasia, idealizado por Bruno Munari. Este jogo tinha como objectivo levar as crianças a construir todas as letras do alfabeto partindo apenas de seis figuras geométricas simples. Foi projectado com 26 peças que permitiam a construção de todas as letras. Com este jogo Munari pretendeu criar uma ferramenta didáctica na aprendizagem do alfabeto através do estímulo da criatividade das crianças.


Proposta

Fruto do meu interesse, e pesquisa constante ao longo deste mestrado, pelo pensamento e pela obra deste designer italiano, ocorreu-me que talvez pudesse encontrar em algum dos seus trabalhos um ponto de partida para o projecto desta unidade curricular. Foi assim, nesse ambiente de pesquisa, na procura de uma ponte entre Munari e as explorações tipográficas (mais ou menos digitais, mais ou menos interactivas) que encontrei um lettering interessante. Essa fonte, se é que podemos chamá-la assim, saiu da construção do alfabeto existente no jogo já referido. Curiosamente e até à data, ainda não vi este lettering ser aplicado por Munari em mais lado algum, pelo que deduzo que o tenha usado somente para este projecto.
Tendo esse alfabeto como ponto de partida, a minha proposta consistiu, numa primeira fase, no recurso à computação gráfica para recriar, em desenho vectorial (feito com recurso ao software Adobe Illustrator), os elementos gráficos que se baseiam nas peças deste jogo para crianças de Bruno Munari. Estes desenhos, compostos por seis módulos base, iriam servir para construir vários blocos em madeira que seriam as matrizes de impressão do alfabeto idealizado pelo designer italiano.
O motivo principal de ter seguido, neste projecto, por um caminho maioritariamente manual e muito pouco computacional/digital, deveu-se, sobretudo, à razão que me motivou a querer frequentar este mestrado: a minha procura por um regresso às origens da minha formação inicial. Isto porque frequentei, há mais de 20 anos atrás, a licenciatura em Tecnologia e Artes Gráficas, na Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar, onde tive o meu primeiro contacto directo com o ofício da Tipografia. Depois disso, durante os 18 anos seguintes a ter terminado a minha formação, grande parte da minha experiência profissional passou pelo universo da Internet e criação de web-sites. Ao longo de todo este tempo em que estive a trabalhar maioritariamente no campo do digital, fui criando algum cansaço, alguma resistência e aversão a tudo o que dizia respeito a trabalho que implicasse alguma espécie de código/programação fosse HTML, CSS, Javascript, entre outros.
Quando me deparei com a realidade desta unidade curricular, uma optativa forçada – à força de não haver outra opção – exprimi, na sala de aula, essa aversão e cansaço ao código, razão pela qual não abracei nenhum projecto que tivesse como base uma temática que implicasse algum tipo de programação informática. Contudo, o apoio da docente desta unidade curricular foi fundamental para chegar a um caminho possível e de compromisso. Assim, penso que respondo aos propósitos que são esperados para esta disciplina, com o projecto que agora apresento.


Palavras-chave

Computação Gráfica, Desenho Vectorial, CNC, Tipografia, Tipografia Manual, Tipometria, DIY-Do it Yourself.


Resultado final esperado

Ao longo do processo surgiram imprevistos que impediram, nesta fase, chegar à concretização plena do projecto. No entanto, as seis matrizes de madeira, que irão servir para imprimir todas as letras deste alfabeto Munari, ficaram construídas e terminadas com o acabamento possível. São estas as peças construídas:

Seis peças finais de madeira, que irão funcionar como matrizes para impressão tipográfica, criadas para este projecto.
Seis peças finais de madeira, que irão funcionar como matrizes para impressão tipográfica, criadas para este projecto.

Mais à frente explicarei quais os imprevistos ocorridos, quais os percalços encontrados no caminho e quais as coisas a melhorar e/ou corrigir, para que se tente chegar a um resultado mais positivo.
Assim, neste momento está por finalizar uma última fase de execução deste projecto que consiste na impressão tipográfica de algumas letras utilizando as peças construídas.
O resultado final, na derradeira fase deste projecto, ou seja, na utilização das peças para impressão tipográfica, seria algo semelhante à imagem que a seguir se apresenta – simulação feita em computação gráfica, a ironia! :-)

Simulacro de impressão, com as peças tipográficas criadas com base no jogo de Bruno Munari.
Simulacro de impressão, com as peças tipográficas criadas com base no jogo de Bruno Munari.

A animação seguinte mostra a escala das peças em relação à dimensão humana.

Peças produzidas
Manipulação das peças produzidas, mostrando a escala, a dimensão humana das peças.

Premissas e especificações técnicas

Como já referi, a partir deste conceito simples de Munari resolvi partir para transformação destas peças em caracteres móveis que pudessem ser utilizados em tipografia (letterpress).
Para isso foi necessário adaptar as dimensões das peças originais, reduzindo-as para uma medida que fosse mais adequada ao manuseio em tipografia.
Tive também de ter em atenção a altura que as peças deveriam ter para que se pudesse, querendo, conjugar com as outras componentes tradicionais da tipografia: outros caracteres, filetes, espaços e entrelinhas, só para nomear alguns.
Assim, a altura total da peça teria de ter 23,56 mm, pois é essa a altura standard adoptada na maioria dos países europeus, excepto no Reino Unido (a referência ao artigo sobre tipometria pode ser consultado aqui).
Depois, segundo as informações prestadas pela equipa do Projectlabb, para que a máquina de fresar (CNC) funcione correctamente deve-se ter em consideração o facto de que qualquer traço deve possuir uma espessura superior a 2 mm.
Numa terceira visita ao Projectlabb, depois que expliquei melhor o que pretendia, fui aconselhado a fazer o trabalho em madeira de pinho em vez do MDF inicialmente sugerido.

Tendo em conta todas estas premissas e as informações pesquisadas, o desenho e redimensionamento das peças resultou no seguinte:

Desenho de duas das seis peças base, com dimensões.
Desenho de duas das seis peças base, com dimensões.

O desenho técnico, com a totalidade das peças a produzir, pode ser descarregado aqui (em formato pdf).

No final de todo o processo de fabricação, depois das peças estarem cortadas, lixadas e acabadas, colocando-as junto de outros materiais tipográficos, pôde-se constatar que as peças não ficaram com a altura exacta.
Ainda que a diferença seja milimetricamente ínfima, será a suficiente para poder originar problemas aquando da fase de impressão tipográfica. Isto porque as matrizes não estão niveladas – ainda que se possa recorrer ao velho truque de nivelar, com recurso a tiras de cartolina ou papel colocadas na base das peças que estiverem mais baixas.

Comparação da altura entre as peças produzidas em madeira neste projecto e peças tipográficas já existentes.
Comparação da altura entre as peças produzidas em madeira neste projecto e peças tipográficas já existentes.

Processo #01

Gravação CNC a laser da placa
com a informação genérica do projecto

Paralelamente ao trabalho de construção das peças de madeira que irão servir como tipos móveis, executei também uma placa com a apresentação do alfabeto de Bruno Munari feito a partir das seis formas base.
Essa placa, além de apresentar de uma forma sucinta o pretendido com este jogo ABC con fantasia, serve igualmente de guia de construção das letras, aquando da fase de impressão.
Para esta fase do processo, recorri à CNC de gravação a laser que também está disponível nas instalações do ProjectLabb.
Depois de ter desenhado todo o arranjo gráfico desta peça nos mesmos moldes que desenhei as peças anteriores, ou seja, desenho vectorial em Adobe Illustrator, procedi à fase de gravação a laser numa placa de contraplacado.
Na galeria de imagens que se segue podem ver-se as diferentes fases do processo.
Depois podem assistir a dois vídeos que mostram a CNC de gravação a laser a funcionar.

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Neste processo correu tudo bem, sem nenhum percalço.
O resultado final obtido foi bastante satisfatório.


Processo #02

Fresadora CNC para recorte das peças finais

Como já foi referido, recorreu-se à CNC que é uma fresadora para a construção das matrizes tipográficas. Foi esta a fase que representou maiores desafios e onde foram encontrados os problemas deste projecto.
A madeira que se usou tinha 25 mm de espessura, pelo que em primeiro lugar teve que se proceder a um desbaste total da superfície da madeira. Isto para que se conseguisse atingir 23,56 mm necessários para fazer a devida correspondência com a altura do material tipográfico tradicional, já referida anteriormente e cujo valor foi obtido a partir da referência encontrada neste artigo sobre tipometria.
Aqui surge o primeiro problema, pois a CNC que existe no Projectlabb não consegue trabalhar com intervalos de unidade tão pequenos. O mínimo que a fresadora consegue executar são intervalos de 0,5 mm em 0,5 mm. Posto isto optou-se então por desbastar até aos 23,5 mm (por esta razão as peças ficaram mais baixas).
Trata-se de uma incapacidade do próprio equipamento utilizado, uma vez que a CNC não consegue trabalhar num intervalo tão pequeno de valores milimétricos – pelo menos a máquina que existe no Projectlab. Desconheço se existem outras CNC que façam um trabalho com maior precisão milimétrica. Assim, como já referi, a peça de madeira inicial tinha 25 mm de altura e a CNC desbastou toda a superfície da peça até aos 23,5 mm e não aos 23,56 mm (medida tipográfica).
Como a CNC só trabalha em intervalos de 0,5 mm em 0,5 mm, optei então pelo desbaste até aos 23,5 mm porque, mesmo ficando mais baixo, a peça poderá posteriormente ser alceada (processo onde se levanta o tipo móvel recorrendo a, por exemplo, folhas de cartolina ou papel) por forma a ficar nivelada com a mesma altura standard da tipografia tradicional. Se tivesse optado para a medida de desbaste seguinte, possível fazer na CNC do Projectlab, ou seja, nos 24 mm de altura, as peças ficariam mais altas e teriam uma adaptação mais complicada à tipografia tradicional.
Outra dificuldade encontrada deveu-se ao tipo de matéria prima usada. Por ser uma madeira de pinho, nas zonas onde o detalhe do corte era mais fino a madeira acabou por estalar, danificando muitas das peças. Tal deveu-se não só à natureza desta madeira, que por ser bastante fibrosa tem maior tendência a estalar, como também pelo facto de ser uma madeira que ainda estava muito verde.
Por último, talvez a escolha da broca de corte da CNC fresadora não tivesse sido a melhor, dever-se-ia ter optado por uma que permitisse um recorte mais fino e detalhado. Esta nota faz algum sentido uma vez que, após a conclusão do trabalho da CNC, pôde-se notar o estado de acabamento muito em bruto em que estavam todas as peças.

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Processo #03

Acabamentos

Devido ao estado muito em bruto em que fresadora deixou os recortes, seguiu-se uma fase posterior de acabamentos.
Esses acabamentos consistiram na eliminação dos pontos de suporte das peças pequenas à madeira principal, por forma a que as peças pudessem separar-se. Recorreu-se a um formão e um martelo de borracha para partir os rebites de ligação entre a madeira e as peças recortadas.
Como se pode verificar nas imagens da última galeria que se segue, com os pormenores da fase de acabamento, depois de separá-las, foi necessário lixar todas as peças. Esse acabamento foi efectuado com uma lixadora eléctrica, por forma a eliminar os rebites de madeira em excesso, assim como também para eliminar todas as farpas, para que as peças ficassem com um acabamento regular e liso. Primeiro usou-se uma lixa mais grossa, para fazer os desbaste desses rebites mais rapidamente e, por último, usou-se uma lixa com grão mais fino para eliminar as farpas e conferir um acabamento mais suave às peças.
Inicialmente havíamos recortado com a fresadora CNC mais peças na madeira de pinho para além das seis do conjunto de base. Porque, na sua maioria, praticamente todas as peças ficaram em mau estado, optou-se por tentar salvar as melhores de entre todas, tentando obter-se um grupo de seis que pudesse reunir as melhores condições. Por essa razão, nesta fase final do projecto, são apresentadas apenas um conjunto de seis peças base.

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Considerações finais

De uma maneira geral pode-se concluir que a preparação de ficheiros digitais, através da computação gráfica, para serem posteriormente utilizados em maquinaria que funciona com sistemas à base da tecnologia CNC (do inglês Computer Numeric Control), é algo bastante fácil para quem já está habituado a trabalhar com os conceitos, regras e boas prácticas da construção do desenho vectorial.
Relativamente à utilização da CNC de gravação laser o processo foi relativamente pacífico e fácil.
Os problemas registados encontraram-se apenas com o sistema CNC da fresadora, pelas razões que já foram elencadas: má escolha da matéria prima – madeira demasiado fibrosa e verde; broca da fresa demasiado grande, para um trabalho que exigia maior detalhe e um corte mais fino.
Havendo tempo e oportunidade tentaria alguns ajustes no intuito de obter resultados mais positivos. Principalmente no que toca à maquinação com a fresa que, para trabalhos com este grau de pormenor e detalhe, precisa de outro tipo de ajustes mais cuidados antes de se iniciar um trabalho. Experimentar o mesmo exercício com outro tipo de brocas também seria uma hipótese, de maneira a compreender qual teria sido a mais adequada para este tipo de trabalho. Seguramente que a que foi utilizada não seria.
Também poderiam ter sido experimentadas outro tipo de matérias primas: por exemplo, uma madeira mais densa, que não estilhaçasse tão facilmente e que fosse bem mais seca.
Porque estes percalços aconteceram já muito próximos da data de entrega do trabalho, também ainda não houve tempo para aferir se as peças produzidas realmente conseguem funcionar como caracteres móveis que permitam uma boa impressão tipográfica.
Conto conseguir fazer esses testes de impressão ainda durante a próxima semana, a tempo da avaliação presencial.
Concluindo, pode-se dizer que toda esta experiência foi de um modo geral positiva, nem que seja porque se percebeu onde há lugar para poder melhorar nestes processos.

Placa contraplacado com a explicação geral do jogo de Munari e que apresenta os desenhos possíveis para as letras deste alfabeto.
Placa contraplacado com a explicação geral do jogo de Munari e que apresenta os desenhos possíveis para as letras deste alfabeto.

Agradecimentos

À professora Mónica Mendes pela insistência na apresentação de um projecto que fizesse sentido dentro do âmbito daquilo que muito provavelmente virá a constituir o objecto de estudo da minha dissertação de mestrado.

À equipa do Projectlabb, em particular ao João Rocha, pela disponibilidade e paciência em orientar possíveis saídas prácticas para este projecto, assim como na preparação dos ficheiros para as CNC (fresadora e laser).


Dimensão Humana do projecto

[adenda à publicação original, a 25.06.2017]

A maior peça do jogo tem uma dimensão média de 160 mm x 80 mm (semicircunferência).
Essa dimensão é apropriada para o manuseio infantil das peças, para a construção do alfabeto, que é o que é proposto pelo jogo de Munari.
A imagem seguinte mostra a dimensão dessa peça na mão de um adulto.

Jogo original "ABC con Fantasia".
Jogo original “ABC con Fantasia”, Edizioni Corraini (versão re-impressa de 2008). Dimensão da peça maior do jogo (semicircunferência): 160 mm x 80 mm.

Em relação ao que referi anteriormente quando menciono a adaptação de escala que houve necessidade de se fazer, esta deveu-se essencialmente por sentir que se fosse reproduzir as peças no mesmo tamanho do jogo original, a sua dimensão seria excessiva.
O alfabeto a imprimir iria necessitar de um suporte em papel de maiores dimensões. Assim como também houve a necessidade de aproximar as peças a uma escala tipográfica mais contida, mais próxima das peças tipográficas que existem em maior quantidade – corpos de letra mais comuns, por exemplo, na tipografia onde tivemos as aulas da unidade curricular Projecto I, no primeiro semestre deste mestrado.
Nesse sentido, optei por reduzir as peças nas dimensões que constam no desenho técnico também já referido.
A redução, para o desenho das peças de madeira finais, foi de aproximadamente 38%.
A mesma semicircunferência, na versão em madeira, tem 60 mm x 30 mm.

Redução das peças
Esquema com a demonstração da redução efectuada entre as peças originais do jogo e as peças finais de madeira.

Com a redução efectuada, as peças finais de madeira têm uma equivalência tipográfica com, por exemplo, a fonte Gotham HTF Bold, com corpo de 244 pt.

Equivalência tipográfica
As peças finais do jogo têm uma equivalência tipográfica com, por exemplo, a fonte Gotham HTF Bold, 244 pt.

Na imagem seguinte pode ver-se a peça de madeira final, a ser manipulada por um adulto.

Caracteres de madeira
Caracteres de madeira criados a partir das peças originais do jogo “ABC con Fantasia”. Dimensão das peças maiores: 60 mm x 30 mm.

Referência à escala e à dimensão com caracteres tipográficos já existentes.

Caracter móvel
Caracter móvel. Dimensões: 25 mm x 25 mm, aproximadamente 106 pts (1 ponto Didot = 0,376 mm).
Peças produzidas
Manipulação das peças produzidas, mostrando a escala.

Após a realização das peças de madeira deste trabalho, ficou por exemplificar a parte de impressão, uma vez que não consegui tomar conhecimento concreto sobre qual o melhor tratamento (verniz, óleo, cera, ou outro material mais adequado) a aplicar sobre a madeira para que esta fique impermeável à tinta de impressão. Sendo este projecto um work in progress, caso consiga fazer alguma impressão em tempo útil, volto a actualizar esta publicação.

Relativamente ao desafio proposto para apresentar esta experiência/projecto no 9.º Encontro de Tipografia, que este ano terá lugar na Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar, ou seja, exactamente na instituição onde eu obtive a minha licenciatura – como referi no início desta publicação – ainda estou a considerar em que moldes poderei fazê-lo. Talvez fizesse sentido apresentar um poster no âmbito da seguinte área temática:

“História, Cultura e Ensino da Tipografia – A evolução das tecnologias e o impacto que estas provocam na criação tipográfica. As mudanças sociais na perceção sobre esta disciplina e as respetivas disciplinas associadas. A forma como a educação e o ensino tem desempenhado um papel de mudança, dependendo da época, do lugar e do contexto social em que se desenvolve.”

Contudo, para além de tentar perceber se ainda será possível fazê-lo, pois já passaram os prazos de inscrição, há que também tentar perceber se esta apresentação é suficientemente pertinente para um evento deste género. Por essa razão, de momento, também ainda não consigo apresentar mais nada em concreto aqui nesta publicação, que diga respeito a este assunto… aguardemos!


Referências

  • Bruno Munari: aqui e aqui;
  • ABC con Fantasia, Corraiani Edizioni: aqui;
  • Tipografia, especificações: aqui (altura da peça), aqui, aqui (as dimensões do tipo) e aqui (diferença entres sistema europeu e sistema anglo-saxónico);
  • Tipometria, podem ser consultados artigos aqui e aqui;
  • Criação de caracteres móveis com CNC: aqui e aqui;
  • Criação de caracteres móveis com Impressora 3D: aqui e aqui.

Bibliografia

[as mesmas referências, mas apresentadas segundo a norma APA]